Por não estarem mais em suas condições originais, têm seu valor depreciado, isto é, valem menos do que quando eram novos e começaram a ser utilizados. Ou seja, uma faca de cozinha pode ser importante para um restaurante faturar, mas isso não significa que ela precise ser declarada como ativo imobilizado. No entanto, se a empresa desejar, é possível incluir compras de itens desse tipo como “bens de pequeno valor”. Entenda, a seguir, o que é ativo imobilizado e como ele está presente no dia a dia da sua empresa para não errar mais nas contas do negócio. Como se organizar as finanças da empresa já não fosse uma tarefa desafiadora para algumas pessoas, na contabilidade existem vários tipos de ativos financeiros que possuem características e regras específicas.
Para realizar o controle do ativo imobilizado, é necessário contar com ferramentas precisas que não só otimizem o tempo, mas também consigam reunir os dados de forma clara, concreta. Esses ativos incluem desde os computadores utilizados pelos departamentos até as máquinas do setor de produção, os caminhões da área logística, e também os prédios, como galpões ou armazéns. Esses bens podem representar ainda benefícios fiscais, tendo a depreciação dedutível na declaração de imposto de renda. O produto desenvolvido por uma empresa não faz parte do conjunto de bens que integram o ativo imobilizado.
O objetivo é centralizar e uniformizar o processo de produção de normas contábeis, sempre buscando a harmonização com os padrões internacionais. A gestão de ativos é um processo que envolve o controle e a otimização do patrimônio de uma empresa. Ao compreender os conceitos e as melhores práticas dessa área, é possível tomar decisões mais assertivas e evitar desperdícios. O CPC 27 é o Pronunciamento Técnico do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) que estabelece o tratamento contábil para os ativos imobilizados.
Em relação ao valor, o artigo 313 do Regulamento do Imposto de Renda estabelece que um ativo pode ser classificado como imobilizado quando seu valor é superior a R$ 1,2 mil. Fique bem informado, recebendo diariamente os principais assuntos da contabilidade. Se está explícita a necessidade de tocar neste ativo, já podemos concluir que tudo o que é subjetivo não é ativo imobilizado. Isso quer dizer que marcas, patentes e contrato social, por exemplo, não pertencem a este grupo. Por outro lado, são elementos estranhos ao custo os gastos recorrentes, tais como IPVA, IPTU, treinamento e manutenção que se repetirão de tempos em tempos, a cada nova avaliação.
O ativo imobilizado Marcação de Cotas representa os bens físicos que uma empresa possui para manter suas operações e gerar seus produtos, conforme previsto no pronunciamento técnico CPC 27. Desta forma, apenas o que for usado para a produção ou prestação de serviços da empresa poderá ser identificado como ativo imobilizado no balanço patrimonial do negócio. O ativo imobilizado possui características específicas que o distinguem de outros tipos de ativos, como o ativo circulante (que inclui bens de curto prazo, como estoques e contas a receber). Isso significa que essas benfeitorias devem ser registradas como parte do patrimônio da empresa, pois contribuem para a geração de receitas ou redução de custos no longo prazo. Essa depreciação é calculada com base na vida útil estimada do ativo e registrada como despesa nas demonstrações financeiras.
Quais os aspectos contábeis mais importantes?
Fora isso, como o ativo imobilizado é um bem fixo, há grande probabilidade de que, ao longo do tempo, haja depreciação do seu valor inicial de modo que a perda de valor deve constar no balanço patrimonial da empresa. A contabilização do ativo imobilizado é um processo fundamental para a gestão financeira de uma empresa. Abaixo, apresentamos um passo a passo para realizar essa contabilização de maneira eficaz. Ele representa todos aqueles bens tangíveis e duráveis que são essenciais para o funcionamento do negócio e que não se destinam à venda.
Exemplos de custos diretamente atribuíveis:
Para não tornar a cobrança de impostos uma confusão gigantesca, existe um sistema que identifica essas atividades, o Código Fiscal de Operações e de Prestações, ou CFOP. No entanto, há um conjunto de regras estabelecidas pela Receita Federal que ajudam a entender melhor como a depreciação deve ser calculada, como se vê na tabela abaixo. Colocar todos esses valores na ponta do lápis é algo que ajuda empreendedores a evitar maus negócios nesse tipo de situação por calcularem só o preço do item. Entenda mais sobre esse tipo de registro contábil com as principais perguntas e respostas sobre o tema.
No planejamento fiscal, pode ser usada para reduzir a base tributável, resultando em vantagens fiscais. Em seguida, vamos explorar as normas contábeis que regulam o tratamento dos ativos imobilizados. Isso inclui manutenção regular dos bens, avaliação de sua vida útil e planejamento para substituições ou melhorias. Caso contrário, a empresa pode enfrentar interrupções na produção e custos adicionais desnecessários. No próximo ponto, exploraremos exemplos concretos de ativos imobilizados nas empresas.
Steve Jobs dos investimentos
Além disso, também são necessários calcular os custos com impostos relacionados a esses bens (IPTU, etc) e com seguros contratados para proteger esses bens (seguros contra roubo/furto). Muitos dos bens incluídos nessa categoria acabam se desgastando no longo prazo, seja uma geladeira, um eletrônico ou um veículo. Afinal, se uma máquina ou equipamento é importante para que a empresa continue gerando receita, ele é vital para a operação – e assim, deve ficar imobilizado, ou seja, sem estar à venda. Além disso, um dos principais critérios para que um ativo possa ser considerado imobilizado, seja ele uma máquina, uma veículo ou um imóvel, é possuir uma vida útil de pelo menos um ano, descontando a depreciação do item. Para a Receita Federal, o conjunto de bens do ativo imobilizado têm função econômica na empresa, com intuito de manter o fornecimento de serviços, mercadorias, locações ou atividades administrativas. Se você já teve que fazer um balanço patrimonial ou até mesmo uma declaração de bens à Receita Federal, talvez tenha se deparado com a expressão “ativo imobilizado” em alguma etapa desses processos.
Na área contábil, o ativo imobilizado faz parte do balanço patrimonial, sendo incluído como um ativo não circulante. Por isso, a empresa deve realizar a depreciação desses ativos ao longo do tempo, como veremos adiante. Esse conhecimento não só assegura que os ativos sejam devidamente contabilizados, mas também contribui para a saúde financeira da empresa, facilitando a tomada de decisões estratégicas e o planejamento a longo prazo. É preciso reconhecer se o ativo pode ser considerado imobilizado, ou seja, um bem tangível, que tenha vida útil superior a um ano e seja utilizado para as operações da empresa.
Isto é, são os bens tangíveis do negócio, que são indispensáveis para as atividades da empresa. Em resumo, o ativo imobilizado é utilizado para suportar as atividades operacionais da empresa, fornecendo os recursos necessários para a produção de bens ou serviços. Os ativos imobilizados de uma empresa possuem uma vida útil superior a um ano e não são destinados à revenda. Nesse grupo, estão presentes todos os bens essenciais para as atividades operacionais da empresa.
Essa é uma obrigação contábil fundamental para o bom funcionamento das empresas, e contar com uma empresa especializada para apoiar no dia a dia é fundamental. Deve começar quando o ativo imobilizado estiver disponível para uso, ou seja, quando estiver instalado e pronto para ser utilizado na produção ou prestação de serviços. A partir desse momento, a depreciação deve ser registrada e continuará até que o bem seja vendido ou descartado.